Recomeço Reinicio minha vida Zero o cronômetro Sob outras condições trabalho e oriento meu dia Como pássaro livre, mas receoso das alterações climáticas Atiro-me! E de árvore em árvore Arbusto em arbusto Procuro, Busco.
Escrito por Flávia M. Oliveira às 19h56
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"Rita" Mirando de frente a cara da vida ela sorri com seus dentes brancos Alguém lhe pergunta sobre seus parentes e ela responde rapidamente: "Sou só eu e meus camaradas" Pendurada no ônibus lotado quatro da manhã, segue sua jornada e, puxando a bolsa atravancada entre os espremidos passageiros, Dá um adeus e vai-se embora...
Escrito por Flávia Maria às 16h53
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O mistério Pequena e delicada, a semente cai no solo, fértil de desejo de sementes, esfomeado, o solo a recebe prontamente, e discretamente, lá fica ela sem saber-se, sem sentir-se, sem pensar-se...... mas, em apenas quatorze exatos dias, magicamente?! inicia-se....... brotam então as primeiras engrenagens do pensamento, e em pouco tempo, todo o equipamento que será responsável por tudo quanto nos distingue tudo quanto nos caracteriza, tudo quanto nos faz humanos.......... e em alguns meses nasce aquele(a), que nos envolverá, de puro encantamento......
Escrito por Flávia Maria às 15h21
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Vozes Benditas - Benditas Vozes
O vento sussurrou: respire A terra murmurou: caminhe A água convidou: mergulhe O fogo orientou: aqueça-se A fruta assim falou: devore-me O pássaro mostrou caminhos E assim o caminhante seguiu seu destino Sem mais nem menos
Escrito por Flávia Maria às 19h08
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Enigma fácil!! Nada me vem à cabeça... nenhuma inspiração fácil, fruto de alguma emoção vivida... apenas transpiração todos os dias.. sem descanso... cruzo as pernas apenas para dar espaço ao companheiro ao lado... cruzo os braços apenas quando o frio é muito e o agasalho é pouco... deito na rede por falta de cama.. aperto o cinto não pela elegância, mas pela calça que já não me cabe... olho as estrelas por falta de teto... tenho liberdade para ir, na rua, para onde quiser, se ouver para onde ir.... quem sou eu?
Escrito por Flávia (Amêndola) Oliveira às 11h21
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"Nó" Rua vazia.... por ali perambula, desatenta, os lados nus, a menina. Cachimbos rolando solto nos becos... tantas mãos vazias... tantas mãos repletas de cinismo...... Perambulando continua a menina, negra noite, “puto” dia.... Prato da vez, macarrão “ao resto”.... À tarde, pura covardia, vem do céu tamanha ventania , tamanho temporal.... Por onde andará a menina? Algo me diz: “Não posso mover meus passos por esse atroz labirinto”! E o tempo passa..... mentiras desconcertantes em plena luz do dia.... Tenho vaga impressão de que partimos todos sem compreender um quinto dessa lida... Milagres acontecem no entanto... mas onde?... Volta a noite. Sigo pela larga e longa avenida, faróis fechados, faróis abertos, chuva fina........ frio de doer nos ossos, arrepio! Ao longe no horizonte se anuncia de novo, novo dia, mas mesmo agora, avenida longa e vazia, algo me repete insistentemente: “Não posso mover meus passos por esse atroz labirinto”!
Escrito por Flávia (Amêndola) Oliveira às 19h58
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Velha e destemida, segue a vida. O achincalhar de seus fundamentos segue orquestrado através dos tempos. E segue a vida, destemida vida. Inculta vida de si mesma, sobrevida! Dia a dia a acumular notícias, pilhas de jornais sobre a cadeira velha, montes de sinais de fumaça nos céus de maio. Comunique-se amigo, entre em contato.... lembre-se dos velhos tempos... daqueles tempos de tragar cerveja nas madrugadas quentes, cantigas soltas, embriagados músicos da alvorada... junte-se a nós, perdido amigo... que um dia o pranto de tanta saudade, vai inundar o solo desta terra, pois muito embora tenha ido a desvelar caminhos... novos?!......... perdeu-se em meio às gentes, o poverio... procuramos por ti um tanto desolados... buscamos a tua fala, tua risada doida, teu testemunho, tua ironia, tua sabedoria ........ tua taça de vinho em plena madrugada...
Escrito por Flávia (Amêndola) Oliveira às 17h57
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Sonho (para Marilia que ama os cavalos) Passas a galope acelerado pelas ruas, seu cantar descompassado acompanha o trote dos cavalos, invades os sítios, os atoleiros, a campina verde, o trigal dourado, atropelas as formigas em seu caminhar destino voas pelos campos à procura do ar, do orvalho da manhã cinzenta, cruzas as paisagens amanhecendo e segues em trote ininterrupto até o cair da noite.... adormeces em solo frio, ao lado uma fogueira tremulante que aquece e ao mesmo tempo ilumina teu sono entre as paisagens frescas..... Acordas em tua cama simplesmente, os lençóis no chão....... dia chuvoso esse... Atrasada! pensas.... Café só na rua hoje!........ que o ônibus logo passa... no entanto.......... estás contente....
Escrito por Flávia Amêndola às 09h53
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Sugestão de blog: acessem "porjoao", é de um menino cartunista, acredito que irão gostar dele!! Está na minha lista de links aí ao lado.
Escrito por Flávia Amêndola às 15h04
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Tijolo Bahiano para construir um canto tranquilo prá gente morar com água, com bica prá gente beber e galo cantando prá nos acordar.... que seja tranquilo, na beira do mar... juntinho das pedras, embaixo do céu... mirando as estrelas que vão nos salvar cantando cantigas sem medo de errar..........
Escrito por Flávia Amêndola às 19h49
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"Porta de Emergência" Poesia... porta de emergência..... Coisa de gente doida.... Doida... e daí?
Escrito por Flávia Amêndola às 14h30
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"Viagens da memória" Relendo Neruda as janelas abertas o vento entrando com serenidade pequena taça de vinho compartilhada em silêncio amoroso, singelo lembranças daquelas mãos de fazer trabalho de segurar um livro de poemas ou uma pequena flor silvestre ou simplesmente mãos de fazer carinho...
Escrito por Flávia Amêndola às 14h27
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Recado a Marcel Godoy Menino...... (é como te imagino) seu texto é de arrepiar.... gostaria eu de ser uma famosa erudita.. para fazer valer mais este meu modesto elogio. (sobre o texto de Marcel Godoy publicado na Revista Piauí - Concurso Literário de Maio) Acessem a revista!
Escrito por Flávia Amêndola às 23h30
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Reflexão Em tempos de gripe suína Aquecimento Global Crise mundial Preconceito racial Xenofobia, homofobia, claustrofobia... e por aí afora...... ........"pensem nas crianças mudas, telepáticas"....
Escrito por Flávia Amêndola às 00h07
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Velho Retrato Em um caderno perdido, esquecido Encontrei tua cara me fitando.... Mas.... olhando bem, apesar de sorrindo... não me fitava, na verdade me evitava... E demorei tanto a percebê-lo Apenas hoje...... após tantos anos Entre as folhas amareladas do caderno...
Escrito por Flávia Amêndola às 23h39
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BRASIL, Sudeste, EMBU, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, Spanish, Arte e cultura, Cinema e vídeo, casa e jardim MSN -
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